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“Na Galucho, somos todos qualidade”

27/03/2025

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Fotografia - https://flic.kr/s/aHBqjC66Vy

"Quando falamos de alfaias agrícolas, a Galucho produz mais de 85% dos componentes das suas máquinas, o que nos permite um controlo de qualidade integral sobre todos os nossos produtos, controlo esse que começa logo com a escolha das matérias-primas e dos fornecedores que garantam os padrões que a marca e os nossos clientes exigem.” A frase é de André Santos, Coordenador de Engenharia da Galucho, e um bom exemplo do rigor quase obsessivo que a marca portuguesa coloca na qualidade.
Com 105 anos de atividade, a Galucho é uma empresa de referência no tecido empresarial português na produção de máquinas para os setores agrícola e de transportes. Nenhuma empresa sobreviveria mais de cem anos, e com o sucesso da Galucho, se não tivesse alicerçado a sua atividade em valores como a qualidade, o rigor, a capacidade de adaptação e a atenção ao cliente. Como nos explicou, Paulo Tenera, Coordenador de Qualidade, “nós controlamos o processo de fabrico a 100%, o que nos permite oferecer uma qualidade inigualável e uma consistência enorme no processo produtivo. Todos os nossos componentes são fabricados sempre da mesma maneira, com a mesma matéria-prima e com as tolerâncias que definimos. Outra vantagem é a nossa capacidade de adaptação e de gestão de stocks. Durante o Covid, nós fomos das empresas portuguesas menos expostas à cadeia de abastecimento. Antecipando o problema, gerimos a atividade de forma a termos sempre matéria-prima e peças para garantir as encomendas. Esta capacidade de resposta fez a diferença para os nossos clientes.”

O lema “Galucho, máquinas para a vida”
Fiel ao compromisso “Galucho, máquinas para a vida”, a marca portuguesa pode produzir peças que já não existam em stock. Como explica Paulo Tenera, “esses pedidos são muito recorrentes e ainda recentemente tivemos um pedido para uma máquina com 20 anos. Se não tivermos a peça em stock, temos os moldes originais e podemos reproduzi-la. Mais uma vez, esta capacidade de dar resposta aos pedidos especiais dos nossos clientes, marca a diferença na Galucho.” Para garantir que nada falte, a empresa monitoriza em permanência os stocks de peças e componentes. “Cada referência tem lotes mínimos, em especial nas chamadas peças de reposição ou nas utilizadas no fabrico das máquinas. Temos de garantir que há sempre peças disponíveis para os clientes e, claro, para a nossa produção. Obviamente que se o cliente danificar um quadro, nós não fazemos stock de quadros. Nesse caso, o que fazemos é agilizar a produção para dar resposta aos anseios do cliente. O que nós não queremos é ter a máquina parada. Em último caso, e se for mesmo urgente, podemos desviar peças da produção para resolver o problema do cliente”, afirma André Santos.

Serviço personalizado
A loja online veio dar um novo vigor às vendas de peças Galucho, mas numa realidade cada vez mais conectada, a criação desta acabou por ter um curioso efeito secundário já que, quer através da secção de peças como do próprio pós-venda, os departamentos de engenharia e de qualidade acabam por receber muitas dúvidas de clientes. “Muitas vezes recebemos um pedido de uma peça, mas o cliente quer saber porque é que se terá danificado ou como é que se monta? O que também acontece é o cliente precisar de uma peça, mas não saber a referência. Até chegamos a receber pedidos através de fotografias. Se não fossemos nós a conceber e produzir quase todos os componentes, não teríamos o capital de conhecimento necessário para dar uma resposta tão personalizada a alguns pedidos.”

Qualidade certificada
A Galucho é devidamente certificada ISO 9001 desde 1994. Os processos de controlo de qualidade estão muito amadurecidos, mas, como explica Paulo Tenera, “na Galucho, somos todos qualidade. Nós temos uma equipa de controlo de qualidade que verifica aleatoriamente os componentes, mas a ideia é que cada peça, cada elemento, seja verificado individualmente pelo operador. Ou seja, este tem de fazer um autocontrolo. Mas até nisso, temos a vantagem das peças serem produzidas internamente, eliminando possíveis falhas de um fornecedor e tendo um controlo quase total sobre o processo produtivo e a qualidade final. Todas as nossas máquinas e peças têm um controlo de qualidade à saída da fábrica. Mais, no caso da Galucho, a rastreabilidade de um possível erro é muito mais rápida e fácil. Conseguimos saber sempre quando é que a peça foi produzida, como e, em último caso, até por quem. A vantagem de termos uma fábrica é que podemos estar permanentemente a ajustar os processos de fabrico e a aprimorar o produto final.”
Mas não é só na qualidade da peça em si que o cliente tira partido do know-how da Galucho. Como garante André Santos, responsável pela engenharia, “fomos nós que concebemos e construímos a máquina, por isso garantimos que, ao utilizar peças originais, esta vai cumprir na perfeição a tarefa para a qual foi desenhada. Se o cliente colocar na máquina um componente que não é original, a Galucho não pode garantir o eficaz funcionamento do mesmo. Uma peça não original pode ter um desgaste precoce ou, pior, induzir vibrações indesejáveis que acabam por afetar a “saúde” da própria máquina. Imagine o caso de uma chumaceira que não é original. O exterior até pode ser semelhante, mas internamente não tem a mesma qualidade e não cumpre os requisitos de folgas e tolerâncias para as nossas máquinas. Em último caso, o mau funcionamento da mesma pode levar à quebra de um chassis. No caso de um disco para uma grade, a diferença está na escolha do material e na têmpera que lhe damos. Nós utilizamos um tipo de aço e recorremos a um fornecedor reputado que nos garante uma qualidade absoluta.”

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